Como a moda das calças boca-de-sino,

este tema é cíclico, mas cada vez que vem à baila, é necessário debruçar-nos pelas novas variáveis.

Por um lado, os negócios começaram a migrar cada vez mais para o digital, fazendo uso das suas ferramentas para ter acesso a todos os bens e informações de que precisamos e, por outro a comunicação por parte das empresas nas plataformas digitais, começou a focar-se muito no apelo à confiança.

Esta credibilidade não passa apenas por algumas palavras ou imagens vistosas e são notórias algumas alterações no modus operandi de certas marcas para responder à digitalização. Mas afinal o que é o branding?

Pela minha experiência, é facto que o branding é muito mais que um logótipo ou um nome. O aspeto mais importante do branding vai desde a conceção de uma marca à sua comunicação nos meios digitais – que é o que o mundo atual nos exige, uma presença digital constante. É isto que as marcas têm procurado para permanecerem presentes no quotidiano da sociedade, no dia a dia e nas rotinas das pessoas.

Por isso, é importante perceber que não existe nada do serviço branding que não esteja de mãos dadas com o marketing. Para uma boa comunicação é necessária sempre uma boa estratégia. O intuito é de acompanhar as tuas “expressões”, passar a tua mensagem, crenças e benefícios, fortalecendo as relações com os públicos-alvo e criando associações fortes, favoráveis e únicas com a tua marca.

Simplificando: o propósito do branding é aumentar o valor simbólico das marcas e face às realidades que se têm vivido, a procura por este valor simbólico aumentou em grande escala.

Reconsidera os valores da tua marca: Qual é a estratégia de branding atual? Deixo-te aqui uma série de tópicos hipotéticos para fazermos um breve brainstorming:

  • Volta a pensar no porquê da tua marca existir, qual o seu propósito e quais os benefícios dos teus produtos/ serviços;
  • Olha bem a fundo para o que a tua marca é e para a forma como é percecionada pelos outros, existe alguma distância entre estes pontos?
  • Avalia o que pode mudar na sua essência, tendo em conta o seu crescimento, a experiência passada e as tendências atuais e o que deves manter;
  • Observa o percurso da tua empresa: como tudo começou e onde está agora;
  • Quais eram os teus objetivos e como foste fazendo para estes acontecerem, quais os processos que devem ser mantidos e quais os que não resultaram;
  • Reúne as tuas equipas e faz uso da memória coletiva das tuas pessoas: nesta altura, todos os pontos de vista são válidos e podem dar-te a visão para um momento ‘Eureka’.

Acredito mesmo que o melhor engagement emocional com os clientes ou público-alvo é gerado através de experiências reais e de proximidade! E, muitas vezes, criar experiências passa por ouvir e prestar atenção às dores, interesses e desejos do nosso público. Isto possibilita, inclusivamente, antecipar as necessidades futuras do mesmo.

Este mundo digital vai continuar a trazer mudanças que exigirão uma nova mentalidade às empresas e às marcas. Bem como uma nova forma de se relacionar com os clientes.

O digital pode desempenhar um papel central na resposta das empresas, mas é importante lembrar sempre o fator humano, que já agora e puxando a brasa a minha sardinha, é um dos motes da equipa “Acreditamos nas marcas que são pessoas, trabalham com pessoas e se focam em pessoas.”

Queres assegurar a confiança dos teus consumidores, de hoje e de amanhã, distinguindo a tua marca através do branding?

Fala connosco e em conjunto, vamos perceber por onde começar!

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